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Dinossauros




Apologistas de Plantão Episódio 03

Dinossauros

Renato A. T. T. Moul
25/02/2016

Desde minha infância admirava os dinossauros. Dentre tantas criaturas já passadas nessa Terra, esses terríveis (nem todos) animais viveram em nosso planeta há milhões de anos atrás. Já muito hoje se encontra sobre a história de vida dos dinossauros, desde pequenas réplicas vendidas em casa de brinquedos a pesquisas aprofundadas no meio científico. Desse modo, nasce a curiosidade de muitos leitores da Bíblia (dos quais você é um) quanto à existência real dessas criaturas. Sim, os dinossauros existiram e a Bíblia Sagrada corrobora isso. Analisemos, para tal, uma passagem do Livro de Jó, capítulo 40:



“... 15 Contemplas agora o BEEMOTE, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi. 16 Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre. 17 Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos das suas coxas estão entretecidos. 18 Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro. 19 Ele é obra-prima dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada. 20 Em verdade os montes lhe produzem pastos, onde todos os animais do campo folgam. 21 Deita-se debaixo das árvores sombrias, no esconderijo das canas e da lama. 22 As árvores sombrias o cobrem, com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam. 23 Eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando ainda que o Jordão se levante até à sua boca. 24 Podê-lo-iam porventura caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?”.



O único animal, com essas proporções, só pode ser um Sauropoda, mais precisamente um Apatosaurus, que os próprios paleontologistas dizem ter sido animais de águas costeiras, por serem muito pesados. Veja que o escritor do livro de Jó diz que o referido animal não teme nem a força de um rio, ainda que esse seja transbordante. Pois ele passava bom tempo na água, onde tinham seu peso reduzido.

Além disso, esse animal não poderia ser um hipopótamo ou elefante (defendidos por ateus), já que a cauda desses é relativamente fina, em NADA comparada com o cedro (que é uma das mais FORTES árvores orientais).

Não podemos esperar que o escritor usasse uma linguagem científica, pois não era esse o seu objetivo. A Bíblia Sagrada é um livro de cunho espiritual e não um artigo científico ou uma dissertação de mestrado. Nem tampouco o amado escritor, com sua humildade (pois ele não era um paleontologista, nem tampouco um biólogo), poderia citar o nome exato DINOSSAURO, haja vista que esse mesmo termo só foi introduzido no meio acadêmico em 1842, por Richard Owen. E apenas ao fim do século foi aceito pelos sistematas e taxonomistas como um nome de caráter taxonômico. Vale lembrar que o livro de Jó foi um dos primeiro livros escritos da Bíblia, há mais de um milênio antes de Cristo, embora ele apareça na ordem canônica muito depois. Com certeza não haveria cientistas naquela época, à classificar os seres vivos filogeneticamente!

A palavra usada para dinossauro aqui é tannyn (do hebraico), e significa réptil gigante. Lembro que, Owen usou o termo dinossauro, que dizia significar "terrível lagarto". Essa palavra tannyn é usada mais de trinta vezes na Bíblia.

APOLOGISTAS DE PLANTÃO





Renato A. T. T. Moul
27/02/2012






O dilúvio

Diante de tantas polêmicas lançadas entre a ciência e a fé, encontrei um tema bastante relevante para ser discutido, à luz dessas duas áreas, completamente distintas, porém complementares. Como bem sabemos, foi um fenômeno criado por  Deus, face à rebeldia e desobediência do homem. Após a saída de Adão e Eva do Jardim do Éden, com o passar do tempo e do constante crescimento populacional, ainda nos primórdios da humanidade, a imoralidade crescia no meio do povo, entristecendo até mesmo o Seu Criador (Gn 6.5,6). Sendo assim, o Senhor em toda a Sua soberania, ordenou à Noé, único homem justo naquela época, que consruísse para si uma grande Arca (Gn 6.14), a fim de que sua família e representantes de todas as espécies de animais fosse preservados e pudessem, ao fim do dilúvio, reestruturar a terra, através da multiplicação reprodutiva ( Gn 6.18,19).

A Bíblia dá-nos todos os detalhes relacionados à este grande acontecimento. Por outro lado, adeptos de outras áreas, que não religiosas, contestam e refutam muitas das informações das Sagradas Escrituras. Mas, ainda assim, podemos encontrar grandes nomes e obras da História, referindo-se ao dilúvio. É o exemplo de Marco Polo (navegador), Flavio Josefo (historiador), Gilgalmesh (poema babilônico), Mozes (historiador armeniano) e tantos outros. O diluvio ocorreu aproximadamente há 1656 anos depois da criação, ou seja, 3300 anos antes da vinda de Cristo à Terra, durando 371 dias, onde apenas 40 foram de chuva ( Gn 7.17). Se olharmos para o conteto daquela época, os homens viviam aproximadamente 950 anos, logo depois há uma queda crescente na longevidade. Noé viu até a sua décima geração: Lameque era seu pai, morreu dois anos antes do dilúvio; Matusalém (o homem mais velho da Bíblia) seu avô, morreu no ano do dilúvio. O construtor da arca teve três filhos: Sem, Cam e Jafé (Gn 7.13), todos casados. Noé teve avô, tios, pai, mãe, irmãos, irmãs, sobrinhos, primos, mas SOMENTE seus filhos, noras e esposa entraram na arca, totalizando oito pessoas!

E de onde veio tanta água, para sustentar toda essa cheia? De acordo com a Bíblia, Deus usou água subterrânea e água de chuva, e depois essa água foi recolhida para os abismos (Gn 8.1-3). Perceba que águas dos lençóis freáticos irromperam, além de uma forte e constante chuva que caiu sobre a terra, contribuindo até para que os montes fossem cobertos (v. 19). E assim, fica outra pergunta: depois do dilúvio, qual foi o destino de toda essa água? Muito simples, mesmo na Palavra encontramos a resposta, no versículo 3, do capítulo 8: “E as águas tornaram de sobre a terra continuamente”. Essa última palavra, no original hebraico, é traduzida como “indo e tornando”. Ou seja, Deus já estabelecia um ciclo hidrológico contínuo, com evaporação, absorção e precipitação da água, balanceando a quatidade de água que havia na terra e nos céus. Veja ainda que essa ação de esvaziamenteo foi gradativa e decrescente (Gn 8. 4-6).

Com relação à arca propriamente dita, surge outra pergunta: como é que caberiam tantos animais (muitos deles selvagens), naquela humilde e rudimentar construção? Muito simples. A Arca possuía 133m de comprimento, 22.25m de largura, 13m de altura e com três pavimentos. Desses três pisos, dois estavam abaixo d’água, por causa de seu peso e carga. Ou ainda, pode ser comparado 360 conteinêres de 40 pés ou 3400 jaulas de 12m cúbicos cada, ou  à quase 6.370 carros, como os Corsas VHC( com área de 6,28m2), por exemplo ou à aproximadamente 120.000 animais do tamanho de uma ovelha. É pouco ou dá para o gasto? A porta da arca abria de dentro para fora, o que é legal, pois a pressão da água abriria a porta, afundando a embarcação. Há ainda outro detalhe, que foi o fato de dois indivíduos de cada espécie de animal( macho e fêmea) entrarem na embarcação. Os animais limpos e as aves vieram de sete em sete. Deus disse que dois de cada um VIRIAM até Noé, ele só teve o trabalho de colocá-los na Arca (Gn 6.20).Nessas dimensões pôde comportar todas as 23 600 espécies (exceto peixes e insetos), totalizando aproximadamente 47 200 animais. Devemos lembrar que Noé usou madeira de cipreste, além de betume (piche), para impermeabilizar a Arca.

É interessante o fato da Arca ter boa parte submersa, pois indagamos como poderiam tantos animais estarem juntos, haja vista que seria necessária uma quantidade enorme de alimentos, além de espaço para serem guardados os excrementos desses animais. Porém, não foi preciso tudo isso, pois boa parte dos animais entraram em hibernação/torpor nos escuros e frios pavimentos inferiores, contribuindo para um menor metabolismo e consequentemente, menor necessidade de alimentação e excreção. Por fim,curiosos relatos de testemunhas oculares da arca, que nunca se encontraram pessoalmente,mas descreveram-a com os mesmos detalhes, valem a pena ser conferidos. É o caso de George J. Greene (1902), engenheiro de minas que sobrevoou o Monte Ararate, fotografando um aparente navio no topo da montanha e Ed Davis (1943), um sargento americano que diz ter visto um pedaço da Arca, em regiões na atual Armênia.

Ficam aqui essas informações para você avaliar e usar em eventuais debates e conversas. Bons discursos aos “apologistas de plantão”. Paz!

Com informações da palestra “O dilúvio”, ministrada pelo professor Dr. Adalto Lorenzo e da revista Mundo Estranho (Ed. Abril), edição 122.
Renato A.T. M. Moul
27/02/2012

APOLOGISTAS DE PLANTÃO



“Edificarei a minha igreja.”




Renato A. T. T. Moul
19/10/2011


 

Através de uma conversa que Jesus teve com seu dísciplo Pedro, deixou-nos uma promessa, que alcança cada crente envolvido nos Reino de Deus.

“Pedro, tu és pedra e sobre esta pedra esdificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” Mt 16.18

 Ao falar com o discípulo, Jesus o chama de pedrinha (no original grego, Petros). Já ao dizer que o edificaria sobre esta “pedra”, que é a igreja, usa o termo rocha (do grego petra). Vemos aqui um jogo de palavras, onde o sábio Jesus mostra que Pedro, seria apenas uma das ínumeras pedrinhas que colaborariam para o crescimento do Reino de Deus.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgotK-3lkO4Ek5WPwWlMp2E7rkbDL3l6BmrAred09nanOTzDskMRqEOqtUkL9QNrMPLrGx4SCmow0XNsHY1rL0vgNHSKycBk7VUktueRJwmG8HP7Cq9iCdi1cSsP1OBYghilOZb2vDffSY/s1600/edifique_sua_casa.jpgPor isso, ao que alguns contrairamente afirmam, Pedro não era a pedra fundamental da Igreja, assim como nenhum outro ser humano. Constatamos isso ao ver Paulo dizer, em I Coríntios 3.10,11 : Pus eu, o fundamento e outro edifica sobre ele;mas veja cada um como edifica. Porque ninguém pode pôr OUTRO fundamento, além do que já está posto, o qual é JESUS CRISTO.  Ele é a nossa Pedra Angular. O prório Pedro declara que Jesus é a pedra viva, eleita e preciosa, a pedra que os edificadores rejeitaram. I Pd 2.4,6,7 ; At 4.11. Em nenhum momento a Bíblia declara que Pedro seria a suprema e infalível autoridade sobre a Igreja(At 15; Gl 2.11), assim como também não se diz que haveriam sucessores infalíveis. Desde então, dizer que alguém é a base da Casa de Deus, é usurpar o lugar de Cristo!
Na estrutura da Igreja global, somos tijolinhos, e a nossa presença não é apenas por mera conveniência, mas selada com um compromisso firmado com o Pai, que nos chama de filhos e nos dá tarefas espirituais, para realizarmos, independente de cargos, nomes e posições; pois qualquer pessoa que aceita a Cristo, como Salvador, já possui a incumbência de levar a Preciosa Semente.

E é para isso que Jesus nos deu as chaves do Reino, uma autoridade dada por Deus, usada no meio espiritual. Não é uma chave de ouro, de prata, ou outro material qualquer. Não é uma chave que abre um portão de bronze ou uma porta secreta numa cidade subterrânea. E nem adianta sair procuradno um baú cheio de tesouros, que será aberto pelo molho de chaves dado por Cristo. Não, definitivamente não!
As chaves as quais Cristo se referiam eram espirituias, entregues à pessoas espitiruais, para obras espirituais. Jesus sabia que, ao adentrarmos no campo da evangelizaçao, iríamos nos deparar com investidas do Maligno. É por esse motivo que a Igreja de Cristo possui chaves, que nos dão acesso à todo e qualquer lugar, que precise ser pisado pelos nosso pés. Não há barreiras, portas ou muralhas que impeçam o avanço do povo de DEUS. Ele nos dá o direito de andar pela terra dizendo que Ele é, era e sempre será. Através da Sua poderosa Palavra, todo mal é desmanchado e o crente canta vitória. Através dessas chaves todo o pecado é repreendido: a oração é eficaz, quando em prol da causa do Pai ( At 1815-18); as forças demoníacas são dominadas e os cativos são libertos; o pecado é denunciado, o juízo anunciado e a salvação proclamada (At 2.23; 5.3,9; 15.7,9; 18.19,20; Jo 20.23;).

A Igreja não é uma mera instituição não governamental, um ponto de encontro, clube de festas ou uma reunião de passatempo. Como instituição espiritual, é a reunião de um povo, por convocação; é um povo peregrino, que não pertence à essa Terra (Hb 13.12-14), é o Templo de Deus (Ef 2.11-22); Corpo de Cristo (I Co 6.15,16); Noiva de Cristo ( Ap 19.7-9); Comunhão espiritual (Fp 2.1); Povo de Deus (I Co 10.32); Ministério espiritual ( Rm 12.6); Exército ( Ef 6.17; Hb 4.12); Coluna e firmeza da verdade ( I Tm 3.15).

Fica claro então que, não basta alugar ou comprar um prédio, enchê-los de cadeiras, providenciar uma ornamentação razoável e um nome qualquer, para se ter uma igreja. Igreja vai muita além dessa concepção raquítica e deficiente, onde indíviduos desregrados criam a qualquer preço uma instituição que se passa por espiritual. Recebi um email um desses dias, que trazia uma lista estrambólica com nomes de igrejas, também estrambólicos. Podia-se ver desde Igreja Evangélica Florzinha de Jesus até Igreja a Serpente de Moisés, a que Engoliu as Outras; passando por Igreja Evangélica Dekanthalabassi, Igreja Evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo, Associação Evangélica Fiel Até Debaixo D’Água e Igreja Eu Também Quero a Bênção.

http://guiadoscuriosos.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/PontodeInterroga%C3%A7%C3%A3o.jpgAmados, até onde vai a seriedade de organizações como estas? Até onde vai o nosso compromisso como Igreja de Deus, aquela em que há a autoridade de Deus e nem o inferno prevalece contra ela? Que sejamos uma igreja avivada, unida, reunida, purificada, remida, santificada e espiritual. Pois desse modo, vivenciaremos aquilo que Cristo tem para nós e glorificaremos o Seu santo nome. Amém!














Com referências da Bíblia de Estudo Pentecostal
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